Blog chega a 200 mil acessos

por Mário Gaudêncio

É com muito orgulho que informamos que o blog bibnewsbr chegou a 200 mil acessos.

Significa dizer que apesar de ser um blog de nicho, ele tem prestado um importante serviço à sociedade, que é onde informar com zelo, esmero, cuidado e sensibilidade.

Vamos em frente!

Chegamos a marca de 100 mil visualizações

O Blog Para bibliotecários acabou de superar a marca 100 mil visualizações.

Esse número é fruto do cuidado e zelo com o seu público, majoritariamente de estudantes e pesquisadores que buscam informações em torno do mundo do livro, leitura e da biblioteca, seja qual for o meio, suporte ou posição ideológica.

A partir deste marco, serão ampliadas e aprofundadas posts de releituras em português, também por meio do que tem sido comunicado pelos principais jornais de língua espanhola que foquem olhares em torno das práticas de leitura que estejam em consonância com o mundo da ciência da informação.

Então, siga e acompanhe as nossas reflexões e releituras. Aqui será possível encontrar um olhar alternativo e crítico em torno do que é discutido pela sociedade.

Revistas em Ciência da Informação

Por Mário Gaudêncio

No sentido de facilitar a Recuperação da Informação das Revistas Científicas Nacionais e Internacionais (inglês e espanhol) em Ciência da Informação, foi sistematizada (ordem alfabética) a lista abaixo utilizando como parâmetro a Qualificação Capes (Qualis, avaliação 2014). Assim, temos os seguintes periódicos:

Revista: Anais da Biblioteca Nacional
ISSN: 0100-1922
Qualis: B5
Endereço: http://objdigital.bn.br/acervo_digital/anais/anais.htm

Revista: AtoZ: novas práticas em informação e conhecimento
ISSN: 2237-826X
Qualis: B5
Endereço: http://revistas.ufpr.br/atoz

Revista: Biblionline
ISSN: 1809-4775
Qualis: B1
Endereço: http://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/biblio

Revista: Biblios
ISSN: 1562-4730
Qualis: B1
Endereço: http://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/biblio

Revista: Biblioteca Escolar em Revista
ISSN: 2238-5894
Qualis: B3
Endereço: http://revistas.ffclrp.usp.br/berev

Revista: Biblos
ISSN: 0102-4388
Qualis: B3
Endereço: https://www.seer.furg.br/biblos

Revista: BiD – Textos Universitaris de Biblioteconomia i Documentació
ISSN: 1575-5886
Qualis: B1
Endereço: http://bid.ub.edu/es

Revista: Boletim do Grupo de Estudos em Direito Autoral e Informação
ISSN: 2177-7497
Qualis: C
Endereço: http://gedai.com.br/?q=pt-br/boletins

Revista: Brazilian Journal of Information Science
ISSN: 1981-1640
Qualis: B1
Endereço: http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/bjis/index

Revista: Cadernos de Biblioteconomia, Arquivistica e Documentacao
ISSN: 0007-9421
Qualis: B2
Endereço: http://www.apbad.pt/Edicoes/Edicoes_Cadernos.htm

Revista: Cataloging Classification Quarterly
ISSN: 0163-9374
Qualis: A2
Endereço: http://catalogingandclassificationquarterly.com

Revista: Ciência da Informação
ISSN: 1518-8353
Qualis:B1
Endereço: http://revista.ibict.br/ciinf

Revista: Comunicação & Informação
ISSN: 1415-5842
Qualis: B2
Endereço: https://www.fic.ufg.br/n/81546-revista-comunicacao-informacao-lanca-nova-edicao

Revista: CRB-6 Informa
ISSN: 1982-775X
Qualis: C
Endereço: http://blog.crb6.org.br/revista-crb-6-informa

Revista: Cuadernos de Información – Facultad de Comunicaciones
ISSN: 0716-162X
Qualis: B1
Endereço: http://www.cuadernos.info/index.php/CDI

Revista: Datagramazero
ISSN: 1517-3801
Qualis: B1
Endereço: http://www.datagramazero.org.br

Revista: Documentacion de las Ciencias de la Informacion
ISSN: 0210-4210
Qualis: B1
Endereço: http://revistas.ucm.es/index.php/DCIN

Revista: El Profesional de la Información
ISSN: 1386-6710
Qualis: A1
Endereço: http://www.elprofesionaldelainformacion.com/index.html

Revista: Em Questão
ISSN: 1808-5245
Qualis: B1
Endereço: http://seer.ufrgs.br/EmQuestao

Revista: Encontros Bibli
ISSN: 1518-2924
Qualis: B1
Endereço: https://periodicos.ufsc.br/index.php/eb

Revista: Informação & Informação
ISSN: 1981-8920
Qualis: B1
Endereço: http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/informacao

Revista: Informação & Sociedade
ISSN: 1809-4783
Qualis: A1
Endereço: http://www.ies.ufpb.br/ojs2/index.php/ies

Revista: Information Research
ISSN: 1368-1613
Qualis: A1
Endereço: http://www.informationr.net/ir

Revista: Information Sciences
ISSN: 0020-0255
Qualis: A1
Endereço: http://www.journals.elsevier.com/information-sciences

Revista: InterScientia
ISSN: 2317-7217
Qualis: B5
Endereço: https://periodicos.unipe.br/index.php/interscientia

Revista: Investigación Bibliotecológica
ISSN: 0187-358X
Qualis: A1
Endereço: http://iibi.unam.mx/revistaCuib.html

Revista: Journal of The American Society For Information Science and Technology
ISSN: 1532-2890
Qualis: A1
Endereço: https://www.asis.org/jasist.html

Revista: Knowledge Organization
ISSN: 0943-7444
Qualis: A1
Endereço: http://www.isko.org/ko.html

Revista: Liinc em Revista
ISSN: 1808-3536
Qualis: B1
Endereço: http://liinc.revista.ibict.br/index.php/liinc

Revista: Múltiplos Olhares em Ciência da Informação
ISSN: 2237-6658
Qualis: B5
Endereço: http://portaldeperiodicos.eci.ufmg.br/index.php/moci

Revista: Páginas A & B. Arquivos & Bibliotecas
ISSN: 0873-5670
Qualis: B4
Endereço: http://revistas.ua.pt/index.php/paginasab

Revista: Perspectivas em Ciência da Informação
ISSN: 1981-5344
Qualis: A1
Endereço: http://portaldeperiodicos.eci.ufmg.br/index.php/pci

Revista: Pesquisa Brasileira em Ciência da Informação e Biblioteconomia
ISSN: 1981-0695
Qualis: B1
Endereço: http://periodicos.ufpb.br/ojs/index.php/pbcib

Revista: PontodeAcesso
ISSN: 1981-6766
Qualis: B1
Endereço: http://www.portalseer.ufba.br/index.php/revistaici

Revista: RBBD – Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação
ISSN: 1980-6949
Qualis: B1
Endereço: https://rbbd.febab.org.br/rbbd

Revista: RECIIS – Revista Eletrônica de Comunicação, Informação & Inovação em Saúde
ISSN: 1981-6278
Qualis: B1
Endereço: http://www.reciis.icict.fiocruz.br/index.php/reciis

Revista: Revista ACB
ISSN: 1414-0594
Qualis: B2
Endereço: https://revista.acbsc.org.br/racb

Revista: Analisando em Ciência da Informação
ISSN: 2317-9708
Qualis: B5
Endereço: http://racin.arquivologiauepb.com.br

Revista: CRB-8 Digital
ISSN: 2177-1278
Qualis: B5
Endereço: http://revista.crb8.org.br/index.php/crb8digital

Revista: Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação
ISSN: 1678-765X
Qualis: B1
Endereço: http://www.sbu.unicamp.br/seer/ojs/index.php/rbci

Revista: Revista Española de Documentación Científica
ISSN: 0210-0614
Qualis: A1
Endereço: http://redc.revistas.csic.es/index.php/redc

Revista: Revista General de Información y Documentación
ISSN: 1132-1873
Qualis: A2
Endereço: https://revistas.ucm.es/index.php/RGID

Revista: Revista Ibero-Americana de Ciência da Informação
ISSN: 1983-5213
Qualis: B1
Endereço: http://periodicos.unb.br/index.php/rici

Revista: Revista Interamericana de Bibliotecologia
ISSN: 0120-0976
Qualis: A2
Endereço: http://aprendeenlinea.udea.edu.co/revistas/index.php/RIB

Revista: Tendências da Pesquisa Brasileira em Ciência da Informação
ISSN: 1983-5116
Qualis: B1
Endereço: http://inseer.ibict.br/ancib/index.php/tpbci

Revista: Transinformação
ISSN: 0103-3786
Qualis: A1
Endereço: http://periodicos.puc-campinas.edu.br/seer/index.php/transinfo

Fonte da pesquisa: Plataforma Sucupira

Revistas espanholas em Ciência da Informação

por Mário Gaudêncio

Aos pesquisadores que se interessam em publicações científicas em língua espanhola, seguem algumas fontes de informação, conforme orientação do Laboratório de Tecnologias Intelectuais (2016, online):

Correo Bibliotecario | Crítica Bibliotecológica | El Profesional de la Informacion | Métodos de Informacion | Palabra Clave | Representación y Organización del Conocimiento | Revista Española de Documentación Científica | Revista Investigación Bibliotecológica | Revista Interamericana de Bibliotecología | Textos Universitaris de Biblioteconomia i Documentació

Tendo em vista os periódicos levantados e somados as revistas científicas de outras línguas como o inglês, português, alemão, francês ou italiano, por exemplo, será possível consolidar um arcabouço teórico e metodológico estratégico, atual e um diferencial ao processo de investigação científica.

REFERÊNCIAS

Classes de periodismo | LTI-UFPB | Tipos de periodismo

Resenha da obra Teoria Queer

OLEGÁRIO, Maria da Luz. Teoria Queer. Campina Grande: UFCG, 2012. Resenha.

Resenha por Mário Gaudêncio

1 APRESENTAÇÃO

Este relato apresenta uma breve descrição sobre a Teoria Queer. Para tratar deste assunto, o Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação, em nível de mestrado acadêmico, mediado pela disciplina Metodologia da Pesquisa em Ciência da Informação que tem como docente a professora doutora Mirian de Albuquerque Aquino convidou a professora Maria da Luz Olegário, que é doutora em Educação, mestre em Língua Portuguesa, especialista em leitura e produção de textos e graduada em Letras, pela Universidade Federal da Paraíba. Atualmente é professora da Universidade Federal de Campina Grande e atua na área de Língua Portuguesa e Metodologia da Pesquisa. Tem projetos de pesquisa e extensão voltados às temáticas: discurso, educação, gênero, Direitos Humanos, amor e violência.

A partir das considerações apresentadas pela autora em sua apresentação por meio de slides, verificaram-se quatro aspectos importantes em torno desta discussão, no qual serão construídas as observações: 1) A questão dos Direitos Humanos; 2) O contexto das minorias; 3) A abordagem metodológica; 4) A luta pela igualdade e reconhecimento de classe.

2 DIREITOS HUMANOS NO CONTEXTO DAS MINORIAS

Vê-se que historicamente a luta pela garantia dos direitos humanos se materializa de forma contraditória, seja pelos cenários ou pelos sujeitos que participam e os constroem. O fato de ter garantido um texto na Declaração Universal dos Direitos dos Homens e na Carta Magna Brasileira de 1988, não garante a efetivação e a efetividade de ações que resguardem políticas e ações em favor das diversas faces da sociedade, especialmente das minorias. Tem-se visto que na prática, o discurso de que “é direito de todos” não tem ocorrido como o necessário ou previsto na lei.

Para Olegário (2012), ao tratar das minorias sexuais em relação à garantia de direitos, entende-se que as mesmas estão cada vez mais visíveis. Essas “minorias nunca poderiam se traduzir como uma inferioridade numérica, mas sim como maiorias silenciosas que, ao se politizar, convertem o gueto em território e o estigma em orgulho – gay, étnico, de gênero” (REVISTA LA GANDHI ARGENTINA, 1998 apud OLEGÁRIO, 2012, grifo do autor).

Por um lado, mesmo havendo mais abertura e visibilidade a estas minorias, por outro, elas estão de certa forma mais vulneráveis, e com issso ainda sofrem com os mais variados tipos de preconceitos, fruto de todo um processo de marginalização que vem ocorrendo por meio de vários períodos históricos, onde as minorias eram consideradas “hereges e bruxas” e estavam relegados a fogueira, ou seja, a morte.

O século XX é decisivo para romper com práticas “medievais” e contribuir para o melhoramento de políticas que primavam por ações contra a homofobia, uma nova forma de representação para o genocídio humano.

3 A TEORIA QUEER: UMA PROPOSTA PÓS-IDENTITÁRIA

Com as marcas históricas deixadas contra as minorias sexuais, mas também, pelas lutas sociais travadas a fim de encontrar saídas para minimizar as desigualdades promovidas pelas sociedades ortodoxas, patriarcais e machistas, surge a Teoria Queer. Teoria esta que segundo Olegário (2012), busca dar voz ao “estranho, talvez ridículo, excêntrico, raro, extraordinário”. Significa então, ruptura, mudança de paradigma. Assim, a Teoria Queer “significa colocar-se contra a normalização – venha ela de onde vier” e assim “representa claramente a diferença que não quer ser assimilada ou tolerada e, portanto, sua forma de ação é muito mais transgressiva e perturbadora” (OLEGÁRIO, 2012, grifo do autor).

Acredita-se, especialmente pelos contra movimentos ou movimentos sociais de esquerda que ações propositivas, articuladas e construtivas com caráter transgressor ou radical podem forçar o Estado a rever e/ou propor situações que favoreçam a liberdade de expressão e o direito de ir e vir sem empoderamento de grupos hegemônicos sobre as minorias.
Ao passo que a Teoria Queer se fortalece, ela se transforma num grande instrumento metodológico com um grande potencial para contribuir para um melhor entendimento das condições das minorias, inclusive sexuais, e poder fomentar atividades políticas e sociais de enfrentamento ao preconceito às causas humanitárias.

Quando Olegário (2012), afirma que o sexo foi, na verdade, “colocado em discurso”, percebe-se que “temos vivido mergulhados em múltiplos discursos sobre a sexualidade, pronunciados pela igreja, pela psiquiatria, pela sexologia, pelo direito” e outros, tem-se esquecido de construir uma nova relação entre as pessoas, que é em primeiro lugar, de favorecer o respeito à pluralidade e em segundo, de entender a necessidade do respeito à questão da identidade.

Desta maneira, a Teoria Queer trata de uma perspectiva epistemológica que está voltada para a cultura, para as “estruturas linguísticas ou discursivas” e para seus “contextos institucionais”. (OLEGÁRIO, 2012, grifo do autor). Daí vem seu caráter subversivo para romper com as diversas formas de cânones que retardam a evolução social, política, comportamental, cultural, étnica e sexual.

4 CONSIDERAÇÕES FINAIS

Portanto, é possível concluir a partir das relações levantadas e das construções estabelecidas que a Teoria Queer, é uma abordagem metodológica capaz de levantar questões polêmicas, substanciais para reformulações de práticas ortodoxas de hegemonia de empoderamento heterossexual que submete as relações identitária homossexuais à clausura e a configuração dos guetos.

Vê-se que neste século vigente, as lutas em prol da liberdade de expressão e da garantia de direitos são imperativos importantes para favorecer o bem comum às minorias sexuais, especialmente diante do genocídio homofóbico.
Com esta analise foi possível perceber que quanto mais se favorecer a heterossexualidade como norma, mais será oportunizada a desigualdade, seja como for sua forma de manifestação.

Por fim, segundo Olegário (2012), deixa como recomendação que é necessário pensar Queer, ou seja, é preciso questionar, problematizar, contestar, todas as formas bem comportadas de conhecimento e de identidade. Dito isso, e em situação de disputa pelo favorecimento da garantia de direitos e pela liberdade das identidades, a Teoria Queer se coloca como uma “arma” capaz de rever posturas, propor rupturas paradigmáticas e intervir diante das contradições que se colocam diante das minorias sexuais.

REFERÊNCIAS

OLEGÁRIO, Maria da Luz. Teoria Queer. Campina Grande: UFCG, 2012. Slides.