Soneto da lembrança

Quando o frenesi da lembrança se manifesta,
ela nos leva ao oportuno,
nos apresenta àquilo que é fundamental,
para aquilo que nos afortuna.

Quando a sensibilidade da lembrança aflora,
ela nos apresenta ao necessário,
nos transmite o exclusivo
e nos conduz a dedicação.

A lembrança nos aproxima!
A lembrança nos humaniza!
A lembrança nos civiliza!

Ao lembrar, nos doamos ao outro.
Ao lembrar, sentimos vontade de cuidar.
Ao lembrar, queremos celebrar.

Mário Gaudêncio
Mossoró, 06 de janeiro de 2016.

Dedico este soneto ao aniversário de minha Hiarinha, por me inspirar a lembrar dela todos os dias da minha vida.

Memória de poetas populares na internet

ALBUQUERQUE, Maria Elizabeth Baltar Carneiro de; OLIVEIRA, Bernardina Maria Juvenal Freire de; GAUDENCIO, Sale Mario. Memória de poetas populares na internet: Uso da plataforma wordpress na preservação e acesso a artefatos poéticos da literatura de cordel brasileira. Liinc em Revista, Rio de Janeiro, v.11, n.1, p. 233-254, maio 2015. Disponível em: <http://revista.ibict.br/liinc/index.php/liinc/article/view/783/540>.

RESUMO

Apresenta como temática central a memória de poetas populares na internet, tendo como objetivo basilar preservar a memória da poesia popular, particularmente a memória da vida e obra de seus autores, por meio da adoção de recursos tecnológicos, neste caso do uso do WordPress com vistas a viabilizar a preservação e o acesso a artefatos poéticos da literatura de cordel. Metodologicamente, a investigação ocorreu em duas fases: a fase 1, de caráter estritamente documental e bibliográfico; e a fase 2, de natureza aplicada. Conclui-se que o uso de ferramentas online pode viabilizar a preservação e o acesso aos artefatos da memória coletiva da poesia popular e, de algum modo, fazer ecoar as vozes silenciadas por processos coercitivos ou não, considerando que o cordel possui uma linguagem crítica do social. Nesse sentido, espera-se contribuir para induzir, em outros contextos, novas experiências de preservação da memória da cultura popular, que é também cultura nacional.

Palavras-chave: Memória Coletiva; Blogosfera; Cultura Popular; Poesia Popular; Artefato Poético.

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Softwares detectores de plágio

atualizado em: 14 fev. 2020

por Mário Gaudêncio

SoftwareFonte
Anti Cut and Pastehttp://www.anticutandpaste.com
Check for Plagiarismhttp://www.checkforplagiarism.net
Copy Scapehttp://www.copyscape.com
Copy Spiderhttp://www.copyspider.com.br
Dupli Checkerhttp://www.duplichecker.com   
Ephorus*https://www.ephorus.com
Farejador de Plágioshttp://www.farejadordeplagios.com.br
Ithenticatehttp://www.ithenticate.com
J Plaghttp://jplag.ipd.kit.edu
Plag.pthttps://www.plag.pt
Plag Spot            http://www.plagspotter.com
Plag Trackerhttp://www.plagtracker.com
Plagiarismhttp://www.plagiarismcombat.com
Plagiarism Detectorhttps://plagiarismdetector.net/pt
Plagiarismahttp://plagiarisma.net
Plagiumhttp://www.plagium.com
Plagiushttp://www.plagius.com/br
The Plagiarism Checkerhttp://www.dustball.com/cs/plagiarism.checker
Turnitin*https://www.turnitin.com
Viper Plagiarism Checkerhttp://www.scanmyessay.com
Fonte: (USP, 2012, online). Adaptado por Gaudêncio (2015, 2020, online).

REFERÊNCIAS

PESQUISA MUNDI. Melhores ferramentas gratuitas para detectar plágio online. [S.l.]: Master New Media, 2012.  Disponível em: <http://www.pesquisamundi.org/2012/04/melhores-ferramentas-gratuitas-para.html>. Acesso em: 15 maio 2015.

PORTAL DA ESCRITA CIENTÍFICA. Anti-plágio. São Carlos: USP, 2012. Disponível em: <http://www.escritacientifica.sc.usp.br/escrita/ferramentas-escrita/#plagio>. Acesso em: 15 maio 2015.

UNIVERSIA. 8 Ferramentas para detectar plágio em trabalhos acadêmicos. Disponível em: <http://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2012/08/22/960263/8-ferramentas-detectar-plagio-em-trabalhos-academicos.html>. Acesso em: 15 maio 2015.

Direito do poeta na literatura de cordel

GAUDÊNCIO, Sale Mário, DIAS, Guilherme Ataíde, ALBUQUERQUE, Maria Elizabeth Baltar Carneiro de. Direito do poeta na literatura de cordel. TransInformação, Campinas, v. 27, n. 1, p. 97-104, jan./abr., 2015. Disponível em: <http://dx.doi.org/10.1590/0103-37862015000100009>.

RESUMO

Este artigo apresenta uma análise situacional dos direitos autorais na literatura de cordel, especialmente no que se refere à proteção moral e patrimonial que é dada aos poetas populares. Justifica-se o estudo em função de não haver profundas nem atuais discussões teóricas sobre a preservação moral e patrimonial em torno das obras de cordel. Utiliza-se como metodologia a pesquisa bibliográfica relacionada a um corpus que analisa os folhetos impressos por poetas da literatura de cordel. O estudo mostra como resultados o estabelecimento de um modelo alternativo de prazos para os direitos autorais na poesia popular, além da necessidade de ruptura técnica, política e cultural. Conclui informando sobre a importância de se construir um banco de dados nacional para que se tenha conhecimento pleno do quê e como se está produzindo a literatura de cordel, além de saber quem verdadeiramente está sendo beneficiado com tais produções.

Palavras-chave: Direito autoral. Literatura de cordel. Poetas. Propriedade intelectual.

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Livros sobre livros

Mário Gaudêncio

Aos amantes da leitura, segue um lista com dicas de livros que são motes para para falar de livros. Confira:

Por uma visão social da Representação da Informação

Por Mário Gaudêncio

Meus passeios curiosos a unidades de informação e a minha vivência in loco no meu ambiente de trabalho tem me motivado questionar e fazer algumas reflexões.

Existem visões antagônicas entre catalogadores, classificadores e indexadores dentro de uma mesma unidade de informação, mesmo quando se faz uso do mesmo sistema de classificação, catalogação, vocabulário controlado e cabeçalho de assunto, por exemplo?

Que base teórica, ideológica e social auxilia o profissional da informação no momento de realizar o tratamento técnico e informacional de um determinado documento?

E por fim, a mais importante:

A figura do usuário é levado em consideração para auxiliar a dinâmica do processo de representação informacional?

Em um sobrevoo rápido a vários sistemas de informação de instituições diferentes se observa que a mesma obra tratada é disponibilizada de maneira diferente. Por quê? O que foi levado em consideração para que isto ocorresse? Esta pergunta poderá ser respondida sob a justificativa da famigerada “subjetividade”? Ou ainda, é em função do usuário ter sido o principal elo entre o processo informacional?

Do ponto de vista da subjetividade, atualmente é percebido que já exitem metodologias que reduzem significativamente este nível de imprecisão. Um exemplo disso é a Semântica Discursiva.

Mas o usuário onde fica?

Aliar a utilização da Semântica Discursiva frente ao processo de representação da informação garantindo o amplo direito de ouvir e entender as necessidades informacionais do usuário pode fator preponderante e estratégico para facilitar a vida diária do seu cliente.

Me parece que ouvir o seu cliente dar trabalho e requer esforço físico, social e cognitivo, fazendo com que o profissional da informação saia da sua zona de conforto.

Todavia, não sair da zona do conforto, significa produzir em certa medida aberrações técnicas, ideológicas e sociológicas, pois aquilo que está arraigado a sua vida e a sua memória individual e coletiva, de uma maneira ou de outra irá se sobrepor no ato da escolha. Aí veremos o seguinte questionamento do catalogador, por exemplo: Onde é melhor colocar este livro? Nesta ou naquela classe? Vou colocar nesta, acho que tem mais haver! Será? E o usuário, onde ficou neste momento? Ficou subjugado a ter que entender algo que não faz parte do seu mundo, do seu domínio.

Assim, quanto mais se exorte a impossibilidade de relação com usuário, maiores serão as dificuldades de servir com a miníma qualidade informacional. O usuário apenas adquirirá o nível de competência informacional desejada quanto ele for ouvido e compreendido em sua plenitude.