Menina sempre Poti.
Cachos, caracóis em ti, vi.
Quero que venha me sentir.
Cara Potíra, Poti,
“virgem dos lábios de mel”
que a tupã,
nos vai representar junto ao céu
e com cheiro de romã
és beleza que provoca até o mais sério menestrel.
Potíra, querida poti.
Nunca vais sem mim,
pois sem ti,
nunca conseguirei “vim”
e ser um pouco de ti.
Mim sou eu.
Ti es tu.
Sem tu não sou eu.
Sem ti, ficarei nu.
Contigo serei eu.
Pra sempre seu.
Bela…
Terna…
Potíra.
Mário Gaudêncio (04 de dezembro de 2007).
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