É preciso desnudar-se,
é como imaginar o fim da censura,
imaginar o óbvio,
escrever o inesperado,
chegar as massas
sonhar o erudito
e materializar o brega.
Faz-se oportuno
para crescer livre e aberto
na (im) previsibilidade
do artificial, do natural homem.
É hora de romper
com a castidade do rancor
impregnado na pesada
sintonia do nativo aborígine racional
com o seu meio.
Assim,
o desnudamento da alma, apenas dar-se-á
se for possível
acabar na hora certa
a áurea do pudor humano.
Mário Gaudêncio (14/06/2007 – Dia Natalício).
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