À Dona Maria Augusta dos Santos.
Foi com Dona Marinhia
que aprendi o poder da reza.
Não tem dor nem aflição
que a cura não dê solução.
É dor de dente,
“espinhela caída”,
mau olhado
e até “vento caído”.
Conhecer uma benzedeira nos dias de hoje
é sublime por demais é êxtase e louvação,
que num tempo de tanta transformação,
continua viva toda uma tradição.
Mário Gaudêncio (01/06/2007).