Quando o frenesi da lembrança se manifesta,
ela nos leva ao oportuno,
nos apresenta àquilo que é fundamental,
para aquilo que nos afortuna.
Quando a sensibilidade da lembrança aflora,
ela nos apresenta ao necessário,
nos transmite o exclusivo
e nos conduz a dedicação.
A lembrança nos aproxima!
A lembrança nos humaniza!
A lembrança nos civiliza!
Ao lembrar, nos doamos ao outro.
Ao lembrar, sentimos vontade de cuidar.
Ao lembrar, queremos celebrar.
Mário Gaudêncio
Mossoró, 06 de janeiro de 2016.
Dedico este soneto ao aniversário de minha Hiarinha, por me inspirar a lembrar dela todos os dias da minha vida.