Cachorros latem,
gatos miam,
corujas chirriam
e sapos coaxam.
Parece que estamos falando da fazenda,
mas tratamos é da biblioteca,
pois aqui, a diversidade vai além da imagem letrada.
Deles, temos um coro animal, como num conto de fadas.
Todos, mais cedo ou mais tarde,
encontram pai, mãe, padrasto ou madrasta,
padrinho, madrinha, compadre e comadre.
Ganham nomes e sobrenome,
tem Orlando Teixeira, She-Ra e Amarelão,
morando numa mansão e adquirindo status de barão ou madame.
Quando, no nada não se ouve a fala, as pessoas que ali estavam, se calam.
Se paz eu esperava, com tudo que a frente se mostrava, eu me impossibilitava Pensei: De boca aberta babando ficava ou: discreta ou indiscretamente atuava?
Eles, ao meu lado, eroticamente queriam se mostrar, por um copioso e abusado momento atuar e, mesmo sem lenço nem documento, queriam se apresentar.
Êxtase e ousadia, na maior tranquilidade, eles, por um grande affair se engajariam.
Deitado com o esmaecer do sol, fulgurante como a chegança do aniversário. Ela é o momento da verdade e do entusiasmo que te leva do presente a transfiguração, ao encantamento que o deixará encapsulado como aquela pretensa borboleta amarela com traços enferrujados e fustigantes do sol doloroso do meio-dia.
A morte, quando chega, pode ser alegria, tristeza, libertação da angústia, do agouro ou da malcriação. Ela pode ser alívio ou álibi para os malfeitores, podem gerar dúvidas ou certezas cercadas por um ponto final, jamais vírgula ou ponto e vírgula, podendo talvez ser uma reticência.
O outrora apenas será como foi com muitos outros. O pretérito ficou e o futuro já não mais existirá. A dúvida que se tinha como seria, agora é a certeza de quê, de fato esta experiência pode ser mórbida, alegre ou fugaz.
O certo é que certeza não se tem e dúvida é só o que convém. Mas, advém pensar que, ao chegar, o ato te remeta a boas lembranças e te afaste dos fundamentalismos e dos mais cruéis tipos de intolerâncias e violências.
No intuito de tomar mais didático os documentos que orientam os novos estratos Qualis/Capes, construímos uma tabela orientativa para estruturar as categorias, níveis de classificação e os índices bibliométricos a serem utilizados a partir do processo de produção de conteúdo e da comunicação científica dos pesquisadores brasileiros.
Assim, temos:
Fontes: Adaptado de Capes (2019, online).
Qualis Artístico-cultural e Qualis Eventos
Conceito: Segundo a Capes (2019), é um sistema usado para classificar a produção dos eventos científicos e das produções artísticas e culturais.
Nível de classificação: Segundo a Capes (2019), sugere-se o uso do mesmo indicador de qualificação já empregado nos demais Qualis da Capes, sendo A1 (mais elevado) até C (peso zero).
Índice bibliométrico: De acordo com a Capes (2019), adicionalmente para eventos científicos, também serão adotadas medidas bibliométricas mostrando a relevância dos resultados publicados por meio das bases de dados: Scopus (CiteScore), Web of Science (Fator de Impacto) e Google Scholar (Índice h5).
Qualis Livros
Conceito: Segundo a Capes (2019), é um sistema usado para classificar a produção científica de livros.
Nível de classificação: Para Capes (2019) são atribuídas notas, conforme temos: L1 (elevada qualidade), L2, L3, L4, L5 (menor qualidade) e LNC (não classificado seria atribuído a possíveis itens incluídos pelos Programas de Pós-Graduação, mas que não atendem os requisitos que definem um livro, podendo ser cartilhas, material didático, etc.
Qualis Técnico/Tecnológico
Conceito: Segundo a Capes (2019), é um sistema usado para classificar a produção técnica/tecnológica científica.
Nível de classificação: A Capes (2019) sugere: T1 (para mais elevado), T2, T3, T4 e T5 (Ex: 10 pontos – Em relação aos produtos que apresentarem melhor avaliação); TNC – Produto não pontuado.
REFERÊNCIAS
CAPES. Qualis Periódicos e classificação de produção intelectual. Brasília: Capes, 2019. Disponível em: https://bit.ly/38aaoMy
CAPES. Aprimoramento do processo de avaliação da pós-graduação. Brasília: Capes, 2019. Disponível em: https://bit.ly/2wcGoCz
CAPES. Proposta de Classificação de Livros. Brasília: Capes, 2019. https://bit.ly/3aaVPdd
Na triste dor da angústia que o ser provoca ser, causando a maldade da humanidade e do enfado de se conceber o ser sente vontade de maltratar e maltratar-se pela eternidade.
De bondade se quer ver, é verdade, mas de maldade se tem com regularidade, passando muitas vezes, a sensação de inseguridade.
Se no ser se espera ter, indícios de amabilidade, o que temos visto, com certo nível naturalidade é o ser maldizer e malfazer, o mundo com requintes de crueldade. Mário Gaudêncio 25 set. 2019.