Podcast Capítulo está no ar

BIBNEWS reúne entrevistas de especialistas em podcast


O podcast “Capítulo”, do canal BIBNEWS, acaba de reunir e disponibilizar todos os episódios, trazendo debates essenciais sobre os Estudos Culturais.

Se você se interessa por esse assunto, o podcast “Capítulo” é para você! A cada episódio, especialistas compartilham insights valiosos sobre esse universo, em especial, sobre a cultura informacional, a história cultural e o mercado editorial.

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Dica de Livro de fevereiro

Trata-se da obra do jornalista, Max Fisher, que tem como título, “A máquina do caos: como as redes sociais reprogramam nossa mente e nosso mundo”. A obra foi editada pela editora Todavia em 2023.

Fonte: canva.com, com edição bibnews.bib.br.

Veja o resumo publicado no site da editora:

As redes sociais são provavelmente o maior experimento coletivo da humanidade. Mas qual o impacto delas no mundo? São ferramentas que apenas refletem a natureza das pessoas, ou estimulam comportamentos extremistas e a disseminação de notícias falsas? A partir dessas perguntas, o repórter investigativo Max Fisher disseca a história e o funcionamento das grandes empresas de tecnologia, e o impacto global das redes na nossa vida. Com um elenco de cientistas, delatores, políticos, teóricos da conspiração e bilionários misantropos, A MÁQUINA DO CAOS derruba a cortina dos likes e compartilhamentos e mostra uma sociedade perigosamente à mercê de forças contrárias a seus interesses.

O que você pode encontrar no BIBNEWS

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Dica de Livro de janeiro

BIBNEWS divulga Dica de Livro para o mês de janeiro.

Trata-se da obra do historiador e professor, João Cezar de Castro Rocha, que tem como título, “Guerra cultural e retórica do ódio: crônicas de um Brasil pós-político”. A obra foi editada em Campinas pela editora Caminhos em 2021.

Fonte: canva.com, com edição bibnews.bib.br.

Veja o resumo publicado pela editora no site da amazon.com.

Guerra cultural e retórica do ódio é um ensaio escrito em prosa literária e que oferece uma descrição inovadora do bolsonarismo, entendido em sua dinâmica própria. Um dos pontos altos do livro é a análise da escalada golpista nos meses de abril e maio de 2020, assim como a previsão de novas tentativas, intrínsecas ao projeto autoritário.O bolsonarismo implica uma visão de mundo bélica, expressa numa linguagem específica, a retórica do ódio, e codificada numa estrutura de pensamento coesa, composta por labirínticas teorias conspiratórias. O livro desvenda cada um desses elementos.A visão de mundo bélica supõe a atualização da Lei de Segurança Nacional (LSN) em tempos democráticos – e são ameaçadoras as consequências desse gesto. Durante a formação do jovem militar Jair Messias Bolsonaro, estava vigente a LSN promulgada em 1969. Em seus 107 artigos, o substantivo morte aparece 32 vezes e 15 artigos prescreviam a pena de morte. O eixo dessa LSN era a identificação do inimigo interno e sua eliminação imediata. Eis aí o cerne da mentalidade bolsonarista.No entanto, como identificar com segurança o inimigo? Orvil, o projeto secreto do Exército, concluído em 1988, esclarece: trata-se do comunismo, do “perigo vermelho” e sua incomum capacidade de infiltração por meio do aparelhamento das instituições. No século XXI, a receita teve acréscimos com a pauta reacionária dos costumes, corporificada na crítica à “ideologia de gênero”. Daí, o modelo desastroso de um governo enquanto arquitetura da destruição, pois é como se destruir instituições “aparelhadas” fosse mais importante do que governar.Rumo à estação Brasília, o que faltava? Linguagem: a retórica do ódio; o idioma do sistema de crenças Olavo de Carvalho. A retórica do ódio é a mais completa tradução da LSN de 1969, limitando o outro ao papel de inimigo a ser destruído. É o reino desencantado do vale-tudo travestido de filosofices, xingamentos e desqualificações. O resultado: caos cognitivo, analfabetismo ideológico e a idiotia erudita: elementos que definem as massas digitais bolsonaristas, criadoras da pólis pós-política.O livro propõe uma série de conceitos novos, a fim de criar linguagem para dar conta da complexidade do agônico cenário contemporâneo. A produção da direita e da extrema-direita é analisada em detalhes, incluindo livros, artigos, textos de blogs, vídeos, documentários, postagens nas redes sociais, num esforço inédito para a caracterização da retórica extremista. O autor desenvolveu um método para lidar com esse material: a etnografia textual, com o objetivo de reconstruir a lógica própria a seus discursos. O olhar etnográfico se completa na proposta de uma ética do diálogo, que valoriza a diferença como fonte de enriquecimento.O autor formula o paradoxo que anuncia um colapso: o êxito do bolsonarismo significa o fracasso do governo Bolsonaro. Sem guerra cultural, não se mantém as massas digitais mobilizadas em constante excitação; contudo, a guerra cultural, pela negação de dados objetivos, não permite que se administre a coisa pública.Por fim, no post-scriptum o autor analisa a fracassada escalada golpista de Donald Trump, mostrando os limites dos “fatos alternativos” diante de um Judiciário independente; salvo engano, lição fundamental para o Brasil de Jair Messias Bolsonaro.O livro conta ainda com um posfácio do jovem editor e historiador Cláudio Ribeiro intitulado “‘Da urgência do agora à caracterização da ágora’: o momento etnográfico de João Cezar de Castro Rocha”, apresentando uma reflexão acerca da metodologia inovadora do autor em relação às preocupações desenvolvidas desde seu primeiro livro, Literatura e cordialidade: o público e o privado na cultura brasileira (1998).Guerra cultural e retórica do ódio é um livro que permitirá entender a cena brasileira atual com novos olhos: um ensaio urgente, no calor da hora.

Jiboia leitora

por Mário Gaudêncio

Naquela penumbra de final de tarde,
momento que os livros iniciavam um repentino descanso literário
e as estantes tendiam a ficar menos ouriçadas,
algo parecia estar fora daquele ritmo que principiava a calmaria...
era algo inesperado que ali apareceria!

Em todo aquele acervo de 1 milhão de livros,
avistávamos a frente... no final do corredor, 
na classe de literatura, algo estranho, estarrecedor.

As pessoas que ali estavam, aparentemente calmas,
na prática, se comportavam com apreensão e ansiedade.
Havia um balanço constante que ninguém imaginara o que seria.

Cada vez mais encucados, estávamos.
Alguns poucos aventureiros se arvoraram a se aproximar
pelo lado oposto da coleção a que presenciávamos aquele balanço marítimo.

Era um caminhar ritmado e silencioso...
De repente, cai! Uma grande pancada! 
Era o livro "A Biblioteca" de Lima Barreto.
Na sequência, vai ao chão, "Libertinagem" de Manoel Bandeira.
Um segundo de calmaria e...
Esmaece "A Hora Azul do Silêncio" do poeta Marcos Ferreira.

Não dava mais para ter medo! 
Já estávamos indignados!
Quem ousaria derrubar tais belezas literárias?

A chateação se mistura ao medo e a curiosidade,
Mesmo assim, nós tínhamos que arranjar uma forma de se aproximar.
Não podíamos mais esperar.

Chegamos a dois metros de distância
daquela coisa que nos deixara inquietos.
Ao olhar atentamente,
não acreditamos no que se apresentara
as novas enganosas pupilas cansadas.

Olhamos uma para outra...
As únicas corajosas remanescentes 
[daquele bonde,
as escolhidas "dedocraticamente" para resolver aquela querela.

Seria verdade o que avistávamos?
ou teria sido algo fabricado pela "Revolução dos Bichos" de George Orwell?

Disso nunca saberemos,
mas o que acabamos tendo certeza,
era que entre todos aqueles livros de literatura,
estava uma Jiboia Leitora,
que por cansada de ler,
tirou alguns segundinhos para dar uma pequena e agitada cochilada.
Naquela penumbra de final de tarde,
momento que os livros iniciavam um repentino descanso literário
e as estantes tendiam a ficar menos ouriçadas,
algo parecia estar fora daquele ritmo que principiava a calmaria...
era algo inesperado que ali apareceria!

Em todo aquele acervo de 1 milhão de livros,
avistávamos a frente... no final do corredor, 
na classe de literatura, algo estranho, estarrecedor.

As pessoas que ali estavam, aparentemente calmas,
na prática, se comportavam com apreensão e ansiedade.
Havia um balanço constante que ninguém imaginara o que seria.

Cada vez mais encucados, estávamos.
Alguns poucos aventureiros se arvoraram a se aproximar
pelo lado oposto da coleção a que presenciávamos aquele balanço marítimo.

Era um caminhar ritmado e silencioso...
De repente, cai! Uma grande pancada! 
Era o livro "A Biblioteca" de Lima Barreto.
Na sequência, vai ao chão, "Libertinagem" de Manoel Bandeira.
Um segundo de calmaria e...
Esmaece "A Hora Azul do Silêncio" do poeta Marcos Ferreira.

Não dava mais para ter medo! 
Já estávamos indignados!
Quem ousaria derrubar tais belezas literárias?

A chateação se mistura ao medo e a curiosidade,
Mesmo assim, nós tínhamos que arranjar uma forma de se aproximar.
Não podíamos mais esperar.

Chegamos a dois metros de distância
daquela coisa que nos deixara inquietos.
Ao olhar atentamente,
não acreditamos no que se apresentara
as novas enganosas pupilas cansadas.

Olhamos uma para outra...
As únicas corajosas remanescentes 
[daquele bonde,
as escolhidas "dedocraticamente" para resolver aquela querela.

Seria verdade o que avistávamos?
ou teria sido algo fabricado pela "Revolução dos Bichos" de George Orwell?

Disso nunca saberemos,
mas o que acabamos tendo certeza,
era que entre todos aqueles livros de literatura,
estava uma Jiboia Leitora,
que por cansada de ler,
tirou alguns segundinhos para dar uma pequena e agitada cochilada.
Naquela penumbra de final de tarde,
momento que os livros iniciavam um repentino descanso literário
e as estantes tendiam a ficar menos ouriçadas,
algo parecia estar fora daquele ritmo que principiava a calmaria...
era algo inesperado que ali apareceria!

Em todo aquele acervo de 1 milhão de livros,
avistávamos a frente... no final do corredor, 
na classe de literatura, algo estranho, estarrecedor.

As pessoas que ali estavam, aparentemente calmas,
na prática, se comportavam com apreensão e ansiedade.
Havia um balanço constante que ninguém imaginara o que seria.

Cada vez mais encucados, estávamos.
Alguns poucos aventureiros se arvoraram a se aproximar
pelo lado oposto da coleção a que presenciávamos aquele balanço marítimo.

Era um caminhar ritmado e silencioso...
De repente, cai! Uma grande pancada! 
Era o livro "A Biblioteca" de Lima Barreto.
Na sequência, vai ao chão, "Libertinagem" de Manoel Bandeira.
Um segundo de calmaria e...
Esmaece "A Hora Azul do Silêncio" do poeta Marcos Ferreira.

Não dava mais para ter medo! 
Já estávamos indignados!
Quem ousaria derrubar tais belezas literárias?

A chateação se mistura ao medo e a curiosidade,
Mesmo assim, nós tínhamos que arranjar uma forma de se aproximar.
Não podíamos mais esperar.

Chegamos a dois metros de distância
daquela coisa que nos deixara inquietos.
Ao olhar atentamente,
não acreditamos no que se apresentara
as novas enganosas pupilas cansadas.

Olhamos uma para outra...
As únicas corajosas remanescentes 
[daquele bonde,
as escolhidas "dedocraticamente" para resolver aquela querela.

Seria verdade o que avistávamos?
ou teria sido algo fabricado pela "Revolução dos Bichos" de George Orwell?

Disso nunca saberemos,
mas o que acabamos tendo certeza,
era que entre todos aqueles livros de literatura,
estava uma Jiboia Leitora,
que por cansada de ler,
tirou alguns segundinhos para dar uma pequena e agitada cochilada.
Naquela penumbra de final de tarde,
momento que os livros iniciavam um repentino descanso literário
e as estantes tendiam a ficar menos ouriçadas,
algo parecia estar fora daquele ritmo que principiava a calmaria...
era algo inesperado que ali apareceria!

Em todo aquele acervo de 1 milhão de livros,
avistávamos a frente... no final do corredor, 
na classe de literatura, algo estranho, estarrecedor.

As pessoas que ali estavam, aparentemente calmas,
na prática, se comportavam com apreensão e ansiedade.
Havia um balanço constante que ninguém imaginara o que seria.

Cada vez mais encucados, estávamos.
Alguns poucos aventureiros se arvoraram a se aproximar
pelo lado oposto da coleção a que presenciávamos aquele balanço marítimo.

Era um caminhar ritmado e silencioso...
De repente, cai! Uma grande pancada! 
Era o livro "A Biblioteca" de Lima Barreto.
Na sequência, vai ao chão, "Libertinagem" de Manoel Bandeira.
Um segundo de calmaria e...
Esmaece "A Hora Azul do Silêncio" do poeta Marcos Ferreira.

Não dava mais para ter medo! 
Já estávamos indignados!
Quem ousaria derrubar tais belezas literárias?

A chateação se mistura ao medo e a curiosidade,
Mesmo assim, nós tínhamos que arranjar uma forma de se aproximar.
Não podíamos mais esperar.

Chegamos a dois metros de distância
daquela coisa que nos deixara inquietos.
Ao olhar atentamente,
não acreditamos no que se apresentara
as novas enganosas pupilas cansadas.

Olhamos uma para outra...
As únicas corajosas remanescentes 
[daquele bonde,
as escolhidas "dedocraticamente" para resolver aquela querela.

Seria verdade o que avistávamos?
ou teria sido algo fabricado pela "Revolução dos Bichos" de George Orwell?

Disso nunca saberemos,
mas o que acabamos tendo certeza,
era que entre todos aqueles livros de literatura,
estava uma Jiboia Leitora,
que por cansada de ler,
tirou alguns segundinhos para dar uma pequena e agitada cochilada.