por Mário Gaudêncio
Naquela penumbra de final de tarde, momento que os livros iniciavam um repentino descanso literário e as estantes tendiam a ficar menos ouriçadas, algo parecia estar fora daquele ritmo que principiava a calmaria... era algo inesperado que ali apareceria! Em todo aquele acervo de 1 milhão de livros, avistávamos a frente... no final do corredor, na classe de literatura, algo estranho, estarrecedor. As pessoas que ali estavam, aparentemente calmas, na prática, se comportavam com apreensão e ansiedade. Havia um balanço constante que ninguém imaginara o que seria. Cada vez mais encucados, estávamos. Alguns poucos aventureiros se arvoraram a se aproximar pelo lado oposto da coleção a que presenciávamos aquele balanço marítimo. Era um caminhar ritmado e silencioso... De repente, cai! Uma grande pancada! Era o livro "A Biblioteca" de Lima Barreto. Na sequência, vai ao chão, "Libertinagem" de Manoel Bandeira. Um segundo de calmaria e... Esmaece "A Hora Azul do Silêncio" do poeta Marcos Ferreira. Não dava mais para ter medo! Já estávamos indignados! Quem ousaria derrubar tais belezas literárias? A chateação se mistura ao medo e a curiosidade, Mesmo assim, nós tínhamos que arranjar uma forma de se aproximar. Não podíamos mais esperar. Chegamos a dois metros de distância daquela coisa que nos deixara inquietos. Ao olhar atentamente, não acreditamos no que se apresentara as novas enganosas pupilas cansadas. Olhamos uma para outra... As únicas corajosas remanescentes [daquele bonde, as escolhidas "dedocraticamente" para resolver aquela querela. Seria verdade o que avistávamos? ou teria sido algo fabricado pela "Revolução dos Bichos" de George Orwell? Disso nunca saberemos, mas o que acabamos tendo certeza, era que entre todos aqueles livros de literatura, estava uma Jiboia Leitora, que por cansada de ler, tirou alguns segundinhos para dar uma pequena e agitada cochilada. Naquela penumbra de final de tarde, momento que os livros iniciavam um repentino descanso literário e as estantes tendiam a ficar menos ouriçadas, algo parecia estar fora daquele ritmo que principiava a calmaria... era algo inesperado que ali apareceria! Em todo aquele acervo de 1 milhão de livros, avistávamos a frente... no final do corredor, na classe de literatura, algo estranho, estarrecedor. As pessoas que ali estavam, aparentemente calmas, na prática, se comportavam com apreensão e ansiedade. Havia um balanço constante que ninguém imaginara o que seria. Cada vez mais encucados, estávamos. Alguns poucos aventureiros se arvoraram a se aproximar pelo lado oposto da coleção a que presenciávamos aquele balanço marítimo. Era um caminhar ritmado e silencioso... De repente, cai! Uma grande pancada! Era o livro "A Biblioteca" de Lima Barreto. Na sequência, vai ao chão, "Libertinagem" de Manoel Bandeira. Um segundo de calmaria e... Esmaece "A Hora Azul do Silêncio" do poeta Marcos Ferreira. Não dava mais para ter medo! Já estávamos indignados! Quem ousaria derrubar tais belezas literárias? A chateação se mistura ao medo e a curiosidade, Mesmo assim, nós tínhamos que arranjar uma forma de se aproximar. Não podíamos mais esperar. Chegamos a dois metros de distância daquela coisa que nos deixara inquietos. Ao olhar atentamente, não acreditamos no que se apresentara as novas enganosas pupilas cansadas. Olhamos uma para outra... As únicas corajosas remanescentes [daquele bonde, as escolhidas "dedocraticamente" para resolver aquela querela. Seria verdade o que avistávamos? ou teria sido algo fabricado pela "Revolução dos Bichos" de George Orwell? Disso nunca saberemos, mas o que acabamos tendo certeza, era que entre todos aqueles livros de literatura, estava uma Jiboia Leitora, que por cansada de ler, tirou alguns segundinhos para dar uma pequena e agitada cochilada. Naquela penumbra de final de tarde, momento que os livros iniciavam um repentino descanso literário e as estantes tendiam a ficar menos ouriçadas, algo parecia estar fora daquele ritmo que principiava a calmaria... era algo inesperado que ali apareceria! Em todo aquele acervo de 1 milhão de livros, avistávamos a frente... no final do corredor, na classe de literatura, algo estranho, estarrecedor. As pessoas que ali estavam, aparentemente calmas, na prática, se comportavam com apreensão e ansiedade. Havia um balanço constante que ninguém imaginara o que seria. Cada vez mais encucados, estávamos. Alguns poucos aventureiros se arvoraram a se aproximar pelo lado oposto da coleção a que presenciávamos aquele balanço marítimo. Era um caminhar ritmado e silencioso... De repente, cai! Uma grande pancada! Era o livro "A Biblioteca" de Lima Barreto. Na sequência, vai ao chão, "Libertinagem" de Manoel Bandeira. Um segundo de calmaria e... Esmaece "A Hora Azul do Silêncio" do poeta Marcos Ferreira. Não dava mais para ter medo! Já estávamos indignados! Quem ousaria derrubar tais belezas literárias? A chateação se mistura ao medo e a curiosidade, Mesmo assim, nós tínhamos que arranjar uma forma de se aproximar. Não podíamos mais esperar. Chegamos a dois metros de distância daquela coisa que nos deixara inquietos. Ao olhar atentamente, não acreditamos no que se apresentara as novas enganosas pupilas cansadas. Olhamos uma para outra... As únicas corajosas remanescentes [daquele bonde, as escolhidas "dedocraticamente" para resolver aquela querela. Seria verdade o que avistávamos? ou teria sido algo fabricado pela "Revolução dos Bichos" de George Orwell? Disso nunca saberemos, mas o que acabamos tendo certeza, era que entre todos aqueles livros de literatura, estava uma Jiboia Leitora, que por cansada de ler, tirou alguns segundinhos para dar uma pequena e agitada cochilada. Naquela penumbra de final de tarde, momento que os livros iniciavam um repentino descanso literário e as estantes tendiam a ficar menos ouriçadas, algo parecia estar fora daquele ritmo que principiava a calmaria... era algo inesperado que ali apareceria! Em todo aquele acervo de 1 milhão de livros, avistávamos a frente... no final do corredor, na classe de literatura, algo estranho, estarrecedor. As pessoas que ali estavam, aparentemente calmas, na prática, se comportavam com apreensão e ansiedade. Havia um balanço constante que ninguém imaginara o que seria. Cada vez mais encucados, estávamos. Alguns poucos aventureiros se arvoraram a se aproximar pelo lado oposto da coleção a que presenciávamos aquele balanço marítimo. Era um caminhar ritmado e silencioso... De repente, cai! Uma grande pancada! Era o livro "A Biblioteca" de Lima Barreto. Na sequência, vai ao chão, "Libertinagem" de Manoel Bandeira. Um segundo de calmaria e... Esmaece "A Hora Azul do Silêncio" do poeta Marcos Ferreira. Não dava mais para ter medo! Já estávamos indignados! Quem ousaria derrubar tais belezas literárias? A chateação se mistura ao medo e a curiosidade, Mesmo assim, nós tínhamos que arranjar uma forma de se aproximar. Não podíamos mais esperar. Chegamos a dois metros de distância daquela coisa que nos deixara inquietos. Ao olhar atentamente, não acreditamos no que se apresentara as novas enganosas pupilas cansadas. Olhamos uma para outra... As únicas corajosas remanescentes [daquele bonde, as escolhidas "dedocraticamente" para resolver aquela querela. Seria verdade o que avistávamos? ou teria sido algo fabricado pela "Revolução dos Bichos" de George Orwell? Disso nunca saberemos, mas o que acabamos tendo certeza, era que entre todos aqueles livros de literatura, estava uma Jiboia Leitora, que por cansada de ler, tirou alguns segundinhos para dar uma pequena e agitada cochilada.
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